Felicidade é como chuva de verão
Ela vem quando menos se espera
Banha-nos com seus pingos de alegria
Desperta o riso das crianças
E a emoção dos velhos
Mas como toda a chuva de verão
Ela logo vai embora
Deixando os rastros de destruição
Causados pelos trovões da tristeza
E seus pingos que banhavam os corpos
Agora molham o rosto
E os raios tristes
Atingem o coração
Com lembranças de um tempo bom que se foi
E quando o vento frio do inverno soprar
Nasce a esperança
Do próximo verão
Da próxima chuva
Nasce também a certeza
De que a chuva é passageira
Como a felicidade
E que a tristeza...
Ela sempre vem.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Onde está o eu?
Preciso encontrar
O eu que sumiu
Estive em todo o lugar
Mas ninguém o viu
Como posso encontrar?
O eu que só eu conheço
Ninguém pode ajudar
E eu não sei nem o começo
Onde está o eu?
Pergunto inutilmente
O eu que é meu
E fugiu da minha mente
Onde está o eu?
Que eu tinha quando criança
Será que se perdeu?
Levando consigo minha esperança
Quero meu eu de novo
Sem ele nada sou
Não posso criar um eu novo
Tem de ser o eu que me deixou.
O eu que sumiu
Estive em todo o lugar
Mas ninguém o viu
Como posso encontrar?
O eu que só eu conheço
Ninguém pode ajudar
E eu não sei nem o começo
Onde está o eu?
Pergunto inutilmente
O eu que é meu
E fugiu da minha mente
Onde está o eu?
Que eu tinha quando criança
Será que se perdeu?
Levando consigo minha esperança
Quero meu eu de novo
Sem ele nada sou
Não posso criar um eu novo
Tem de ser o eu que me deixou.
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