segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Felicidade é como chuva de verão
Ela vem quando menos se espera
Banha-nos com seus pingos de alegria
Desperta o riso das crianças
E a emoção dos velhos



Mas como toda a chuva de verão
Ela logo vai embora
Deixando os rastros de destruição
Causados pelos trovões da tristeza



E seus pingos que banhavam os corpos
Agora molham o rosto
E os raios tristes
Atingem o coração
Com lembranças de um tempo bom que se foi



E quando o vento frio do inverno soprar
Nasce a esperança
Do próximo verão
Da próxima chuva
Nasce também a certeza
De que a chuva é passageira
Como a felicidade
E que a tristeza...



Ela sempre vem.

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